segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Uma Vampira na Cidade - Parte 6


Por: Giovanna Carvalho






— O que você fez com o líder de Lacrost? - Pergunta Claudinei.
— Dei um fim nele.
Dri olha para os meus lábios cheios de sangue e pergunto sorrindo
— Quer um pouco querido?
Antes que ele responda... Eu o beijo, esfregando minha língua em seus lábios.
— Henrique me ligou e disse que você tem que ir vê-lo.
— Como é que é?
Ele para o carro no acostamento.
— Você tem um acordo com ele e vou levá-la.
Dri se manifesta.
— Vou com você.
Claudinei sorri.
— Ele a quer sozinha.
— Sozinha ela não vai.
— Então o chip é nosso.
Claudinei puxa das minhas mãos a caixa que contém o chip e saí da Van correndo.
Saio rapidamente e o Dri me segue. Agarro Claudinei pelo braço.
— Não sabe com quem esta lidando, querido.
 Ele me olha assustado gritando de dor.
— Me solte Morticia... Se me matar Henrique virá e será pior. Lembre-se... Você tem um acordo com ele.
 Solto seu braço, deixando uma queimadura enorme, seu corpo não consegue se regenerar.
 Dri fica a nos olhar assustado. Claudinei com dificuldade pergunta.
— O que você fez comigo?
— Só te mostrei que não deve me subestimar e aliais não me trate como “você”, não tem esse direito. É Lady Morticia e caso esqueça, já sabe o que vai acontecer, acredite a dor será maior. Agora... me dê a caixa!
Ele me entrega e entra na Van.
— Dri, acho que agora você deve ficar com isso.
— Eu?
— Sim, você.
Ele pega a caixa e abre.
— Morticia... não tem nada aqui.
Olho para a Van e ouço uma gargalhada do Claudinei e finaliza dizendo:
— Ele vai ligar para vocês.
Claudinei joga a minha bolsa pela janela e sai acelerando a Van sumindo na curva.
— eu vou matar...
Antes que eu termine a frase Dri fala bem seco:
— Acho que ele te enganou.
Olho para o Dri com fúria.
— Você acha? Eu não estou de bom humor, para falar a verdade estou de péssimo humor. Você ainda fica...
Ele me interrompe me dando um forte beijo.
— Agora estou com mais ódio ainda.
Ele sorri.
— Para de manhã! Sei que você gostou.
— Você não?...
— Já sei que não valho nada e você também. Agora temos que focar em como vamos voltar.
O celular começa a tocar, o atendo.
— Oi seu filho de uma...
Ele me interrompe.
— Nossa Morticia... quanto amor. Só quero ter certeza de que não se esqueceu do nosso acordo.
— Quero meu chip agora senão... Você sabe do que sou capaz.
— Não quero você nervosa querida, venha até mim sem o Dri. Nossas conversas não dão bons resultados quando ele esta por perto.
— E como acha que vou fazer isso se seu parceiro fugiu com o único transporte que tínhamos.
— Isso não é problema meu minha querida.
Ele desliga o celular.
— Eu te juro Dri vou fazer o Henrique sofrer.
— O que ele disse.
— Ele quer que eu vá até ele, mas sem você.
— E o que você vai fazer?
— Vou até ele e você arruma um jeito de se hospedar em algum lugar.
Ele pega em minha mão.
— Eu confio em você vá, eu estarei te esperando.
Eu o beijo mordendo seus lábios.
— Não precisamos fazer a troca de sangue novamente.
— É só para garantir que não vou te perder.
Ele me beija mais forte arranhando meus lábios com os seus caninos.
— Ah Morticia! As armas de Lacrost estão em um galpão do lado oeste a uns três quilômetros da mansão dele.
Saio rapidamente. Aos poucos vejo Dri sumindo na curva da estrada. Por que Henrique esta fazendo isso agora? Ele sempre me ajudou e sempre foi leal a mim. Isso cheira mal. A última vez que o vi, meus planos acabaram em uma cama de lençóis vermelhos. Agora tenho alguém ao meu lado. Alguém pelo qual eu lutei para ter. Não acho justo que Henrique embaralhe meus sentimentos.
Antes de concluir meus pensamentos...Vejo um carro vindo em minha direção.
— Essa é a hora.
Entro na frente do carro, surpreendendo o motorista. Aos poucos ele começa a parar, mas acaba encostando na minha perna sem me ferir, finjo um desmaio e caio no chão. O homem sai do carro.
— Ai meu Deus! Moça você esta bem?
Ele chega mais perto pegando em meu braço.
— Nossa! Você esta gelada... Ai meu Deus! Eu a matei.
Abri meus olhos bem devagar.
— Isso continue acordada vou levar você para um hospital.
Ele me pega em seu colo e me carrega até o banco traseiro do carro. Abro os olhos e fixo nos dele.
— Querido quanta gentileza. Beije- me.
Ele me beija, mas suas mãos ficam sem ação.
— Quero que me leve a um lugar. Você concorda com isso?
— Sim, princesa.
Começo a rir.
— Princesa? Já fui uma rainha querido.
— Minha rainha onde quiser eu a levarei.
Continuo a rir.
— Sim! Mas antes quero sentir seu néctar.
Puxo para mais perto de mim e o mordo. Seu sangue é maravilho, mas me contenho, nesse momento preciso de um motorista.
— Agora dirija, dê a volta, estamos na direção errada.
 Ele fecha a porta do carro e pula para o banco da frente. Enquanto ele dirige, me concentro no cheiro e no sangue de Henrique, canalizando minha força para encontrá-lo.
— Vire a direita querido.
Ele segue o meu comando com um sorriso em seus lábios. De todas as minhas vitimas, ele é o único que não precisou ser induzido a sorrir por fazer algo contra sua própria vontade. Fez naturalmente.
Chego perto de pescoço.
— Conte me querido, o que você mais ama em sua vida? Vire a Esquerda!
O sorriso não saia de seus lábios.
— Você!
Afasto-me dele assustada.
— Eu a amo sem ao menos conhecê-la.
— E nem queira.
Fico a pensar como vou matá-lo se sou sua maior paixão. Posso usá-lo para a minha defesa.
— Ganhou algumas horas vivo meu querido.
Sinto Henrique mais forte agora.
— Pare em frente a essa mansão.
Desço do carro e respiro o ar... Tem vários lobisomens no local.
— Isso vai ser interessante.
Olho para o rapaz. Ele está como uma estátua e ainda continua sorrindo.
— Quero que fique dentro do carro.
— Sim, minha rainha.
— Me dê o seu pulso.
Ele o estica, passo forte a minha unha nele. Sua expressão não muda e cada vez mais, me fascina, desenhando uma marca para criar um elo entre-nos, assim se eu estiver em perigo o chamo para me ajudar. Uma técnica antiga, mas que nunca falha. É perigosa para vampiros recém-transformados, pode enlouquecê-los, deixando eles dependentes de nossas ordens para tudo. Humanos são fracos, mas ainda sim servem muito como uma distração.
Vou em direção ao portão. Um lobisomem esta impedindo a entrada.
— Onde está Henrique?
O lobisomem abre o portão sem dizer uma palavra. Entro e vejo mais alguns lobisomens até a entrada da mansão.
— Sabia que viria minha amada.
O olho com fúria.
— Sabe porque estou aqui! Me dê o chip.
Ele passeia pela grande sala.
Sabe por que estou você como sempre, nervosa, apressada e rápida.
— Rápida? Acho que se fosse tão rápida já estaria com o chip.
— Querida vou te dar o que é seu por direito, mas e o que houve com a minha parte nessa historia?
— Não houve nada como prometido, as armas de Lacrost estão em um galpão do lado oeste há uns três quilômetros da mansão de Lacrost.
Ele começa a gargalhar.
— A localização eu já sei, mas como vou pegar as armas, deve ter uma forte segurança no local.
— Isso já não é mais problema meu querido.
Ele retira de dentro do bolso da calça o chip.
— Você é uma pessoa difícil de negociar.
Corro para perto dele, pegando o chip de sua mão e rspondo:
— será que sou eu mesmo?
Ele sorri, me puxando para mais perto de seu corpo me beijando forte, o empurro.
— Não me toque! Não sou mais tua!
— É do Dri agora?
— Não é do seu interesse! Já tenho o que eu queria.
 Corro até a porta, mas dois lobisomens a fecham do lado de fora.
— Abra a porta Henrique! Não estou pedindo, estou mandando.
Ele chega mais perto encostando-me na porta.
— Está em meu território! Aqui, quem faz as regras sou eu.
Como sempre Henrique está bancando o durão. O empurro fazendo com que ele caia no chão subo em cima dele, agarrando seus braços e o deixando imobilizado.
— Se esqueceu com quem está mexendo?
Ele sorri.
— Não! Por isso está aqui.
Ele ergue sua cabeça encostando sua língua no meio dos meus seios. Retiro minhas mãos de seu pulso para empurrar sua cabeça, ele se aproveita do momento e me empurra fazendo com que eu caia ao seu lado, logo ele sobe em cima de mim, agarrando minhas mãos com uma só mão.
— Não mudou nada Morticia.
— É... e nem você.
Olho para sua calça e ele segue meu olhar. Levanto uma de minhas pernas dando uma joelhada em suas costas, jogando-o em seguida para o lado. Levanto-me do chão rapidamente e dou um chute em seu estomago. Ele geme de dor.
— Está gostando? Posso fazer muito mais se continuar com isso.
Preparo outro chute, mas ele segura minha perna me derrubando com o rosto no chão. Deixo cair para debaixo de uma mesa o chip. Tento chutá-lo com a outra perna, mas ele consegue segurar também. Subindo aos poucos em cima de mim. Começo a arranhar o chão para fugir dele, mas é inútil. Ele me segura cada vez mais.
— Sabe de uma coisa? Você também quer.
Ele prende minhas pernas com as suas e com uma das mãos ele começa a rasgar o meu vestido. Sua respiração ofegante em cima de mim me arrepia.
Paro de me mexer.
— Isso... fique quietinha.
Continuo imóvel.
__ Morticia você está bem?
Ele chega com o rosto mais perto do meu, o arranho e rapidamente o empurro. Ele grita segurando a face. O ferimento começa a fechar.
— Minha vez querido.
Avanço em cima dele e rasgo sua camisa, meus lábios percorrem seu pescoço, minhas mãos o seu cabelo. As mãos dele agarram meu corpo para perto de si. Ele me beija forte, abre meu sutiã, arranca minha calcinha e me joga no chão. Abre seu cinto e desse as calças com rapidez.
— Me diz se você não sente falta desse corpo.
Ele retira sua cueca e abre minhas pernas, penetrando com muita força, fazendo com que seu pênis entre inteiro dentro de mim. Arrancando um gemido tão forte que estremece a prataria de uma estante. Ele beija meu pescoço e fica penetrando cada vez mais forte. Começo a arranhar suas costas, abrindo enormes feridas. Ele começa a uivar, suas mãos ficam mais agressivas que chegam a arranhar a minha pele. Seus olhos verdes ficam mais destacastes. O prazer era total, cada movimento era premeditado. Nenhuma palavra era capaz de descrever seus toques, seu jeito e suas técnicas. Henrique sempre soube me seduzir. Mal podia dizer não para ele. Nossa historia é antiga, não posso dar um fim a ela sem ao menos ter o prazer de tê-lo mais uma vez.

Algumas horas depois...
— Eu sabia que um dia eu a teria novamente me meus braços.
Deitada em seu peito, fico a pensar em tudo que acabo de fazer.
—Não consigo dizer não para você não é? Deveria matar você, acho que assim o esqueceria.
Ele sorri.
— Seu senso de humor me fascina.
Ele estica sua mão e pega o chip.
— Está aqui o seu chip, tomei a liberdade de ver seus dados, eles estão intactos. Deveria sumir com isso.
Olho em seus olhos.
— Não fez nenhuma copia?
— Ele pede uma senha não teria nem como. E não estou interessado nisso.
— Acho bom mesmo. Já estou cansada de traições... e por falar em traições, onde está seu amigo Claudinei?
— Em segurança, você o machucou feio, o ferimento que fez nele nem seu sangue conseguem regenerá-lo.
— Ele me subestima, não gosto disso.
— Deixe-o fora disso. Ele só estava cumprindo ordens.
— Não sei. Vou pensar no caso.
__ Me beije querida.
Eu o beijo, mas uma forte sensação de perigo me faz parar.
— O que foi Morticia?
— Dri está em perigo.

Continua....

Uma Vampira Na Cidade - Parte 5


Por:Julia Cristina






Não é a primeira vez que eu e o Dri fazemos parceria em uma missão. Mas dessa vez é muito mais perigoso.
Estamos em um leilão e temos que recuperar minha cruz, para conhecermos o líder de Lacrost e ainda sair vivos.
— Dri antes do leilão começar haverá um baile para os convidados. Neste baile as caixas que estão em leilão será protegida por dois seguranças mas temos o problema das câmeras. Eu vou para a sala de segurança distrair o pessoal que está vigiando as caixas. Você precisa se disfarçar de garçom. Notei que existem muitas mulheres servindo os drinks e você pode ajudá-las.
— Bolou todo este plano enquanto estávamos no caminho Morticia?
— Essa é uma das minhas manias. Sempre ter um plano "B".
O baile começa e Dri olha pra mim e sorri... Ele pega a minha mão e acaricia meus cabelos.
— Antes de irmos... Vamos dançar. Quero sentir seu corpo perto do meu novamente.
— É sempre um prazer Dri.
Vamos para o meio do salão. Esbarramos propositalmente em alguns convidados importantes. Pegamos chaves de segurança e Radio comunicador. Conforme a dança fica mais quente. Eu e o Dri mostramos todos os tipos de dança para deixar o pessoal impressionado. Dri beija meu pescoço quando ele me segura nos braços.
— Uma ótima dança Dri.
— Você sempre me inspira Morticia.
Sorrimos e nos separamos. vejo o Dri ir até a cozinha. Ele fica com um radio comunicador e eu fico com outro. Estes rádios que pegamos dá para ouvir a conversa com os seguranças e também nos comunicar com frequência combinada para os segurança não nos ouvir.
Eu vou para a sala de segurança. Vejo um homem apenas lá dentro. Passo a chave de segurança que roubei de um dos organizadores enquanto dançava, para entrar.
Ele fica surpreso com a minha entrada. Mostro meu corpo de uma maneira bem sedutora... Passo as mãos no pescoço e depois vou descendo para meus seios. Coloco o dedo na boca e sorrio para ele e digo bem baixinho.
— Então é assim que é uma sala de segurança... Será que nada escapa dos seus olhos atentos?
Eu brinco com meu decote mostrando para ele o meu sutiã. Passo o dedo entre meus seios e coloco o dedo em minha boca. Enquanto ele fica atento aos meus movimentos vejo o Dri em uma das cameras. Ele estava com a roupa de um garçom e estava se aproximando das caixas. Verifico qual é o número da câmera e acho o botão para desliga-la no painel ao lado do segurança. Chego bem dele e fico com o painel atrás de mim. Faço um movimento para abrir meu vestido nas costas e minhas mãos descem para os controles desligando a câmera. Logo em seguida começo a dançar e a tirar meu vestido, deixando o segurança completamente hipnotizado com meus movimentos. Seria fácil se ninguém tivesse entrado. Uma mulher que servia os drinks entrou na sala e nos viu. Mas ao invés dela ficar assustada ela liberou algo atrás das suas costas e asas apareceram. Ela apontou o dedo em minha direção e bolas azuis explodiam em minha volta. Desviei como pude. Corri em sua direção e dei um salto mortal conseguindo chegar até a porta. A mulher atacava sem piedade. Era rápida e conhecia bem todos os estilos de luta. Joguei tudo que vi pela frente. Havia a bandeja dela com muitos ingredientes e joguei todos que podia. Até que um deles surtiu um efeito bem curioso. Tinha um pote de sal que quando a atingiu ela secou e caiu como se tivesse se queimado. Peguei vários potes de sal para me proteger.
Lembrei que o Dri estava na cozinha disfarçado e ele poderia também estar em perigo. Corri e vi que ele estava lutando com várias delas. Parece que todas estas "fadas" estavam protegendo o evento. Joguei os potes de sal em algumas delas mas eram muitas. Dri estava nocauteado e elas o arrastavam para fora do local.
Eu os segui mas antes consegui pegar a caixa que o Dri havia deixado no Chão. quando corri para a rua vi que ele estava sendo levado para um grande carro preto. Verifiquei meu Radio comunicador e vi que o Dri estava sendo detectado pelo GPS. De repente um carro para em minha frente. A janela do carro se abre e um homem diz:
— Você tem a cruz e conforme prometido vamos levá-la até o chefe.
Eu entro e dou sinal para que o meu motorista Claudinei, que estava do outro lado da rua, siga o carro.
O local era uma grande mansão. Rodeada de seguranças para todos os lados. Vejo um homem sentado ao lado de uma mesa e falando no celular. Era moreno alto olhos verdes e cheio de tatuagem. Ele olha para mim e termina a ligação com um sorriso.
— Morticia! Finalmente nos conhecemos. Sente-se Tragam o melhor vinho para esta mulher encantadora.
Ele beija a minha mão e eu sorrio e comento:
— Achei que o chefe de todos os Lobisomens fosse um homem bem mais velho que você... Sr...
— Me chame de Rudolf. Sim! É verdade mas eu assim faz pouco tempo. tenho apenas 35 anos. Mas vejo que a sua beleza pertuba muitos homens. Talvez os seus gestos sensuais atraia muitos.
— Na verdade Sr. Rudolf. Sou uma mulher que luta muito para conseguir o que quer. E o senhor... bem eu confesso que é um homem fascinante. Um líder nato e um grande conquistador.
Rudolf pega o celular e me mostra. O vídeo estava ligado e vi as fadas segurando o Dri. Elas olham para a câmera e dizem.
— Vem buscá-lo vadia!



Olho meu Radio e vejo que a transmissão vem de dentro da mansão olho para Rudolf sorrindo e ele diz:
— Não se preocupe com o Lord Dri, ele está apenas sendo vigiado enquanto conversamos. Venha... Vamos para o meu quarto. Gostaria de conhecê-la melhor e também a sua cruz.
Eu aceito o convite e concordo com o seu plano até eu poder ter o microchip em minhas mãos.
— Sim. Acho que deveríamos nos conhecer melhor.
— Que ótimo Morticia. Sei que vai me adorar.
— Não seja presunçoso querido Rudolf. Eu costumo deixar os homens impressionados.
— Isso eu não tenho dúvida. Alias Morticia... Eu adorei o seu vestido. Meu apetite só aumentou.
— Era essa a intenção querido.
Quando chegamos no quarto. Todos os móveis eram da cor vermelha e branca. Um verdadeiro local para fazer amor. Rudolf era mesmo muito dedicado as artes de sedução. Mas o que ele não sabia é que eu inventei a maioria delas. Ele fecha a porta e vem ao meu encontro para me beijar, mas ao invés de aceitar viro o meu rosto e beijo seu pescoço e fico lambendo até morder o seu ombro bem de leve e ele comenta com uma voz bem excitante.
— Vampiras... Adoro estas mulheres fascinantes que nos seduzem com seus beijos e mordidas pelo corpo.
— Você ainda não viu nada querido. Deite-se que vou mostrar técnicas que jamais imaginou conhecer.
Rudolf se deitou. Fui até a janela, estava aberta e o vento batia no meu vestido vermelho dando uma visão bem excitante para ele. Peguei as maçanetas da janela para fechar quando uma mão me segurou do lado de fora da janela. Olho para baixo e vejo o Dri fazendo sinal de silêncio. Olho ára Rudolf e digo:
— Oh. Parece que meu braço se enroscou na janela aqui fora vou me abaixar um pouco.
Eu me abaixo para falar com o Dri.
— Como escapou?
— Descobri que as fadas não gostam muito de Sal e eu tinha alguns no meu bolso. consegui jogar nelas e ficaram secas.
— Estou a um passo de pegar o microchip. Veja se o nosso motorista está esperando enquanto eu pego o microchip!
Dri me dá um beijo na boca e diz:
— Tudo bem querida esperarei no carro.
Nisso Rudolf questiona:
— Querida... Está tudo bem ai?
— Sim Rudolf apenas não queria que meu vestido rasgasse.
Fechei as cortinas e fui ao encontro dele na cama. Eu deitei nela como uma gata selvagem. Toquei em meu corpo enquanto ele me acariciava. Seu toque era forte. Sabia como segurar uma mulher. Ele abriu meu vestido com experiência. Deslizou facilmente em suas mãos. Fiquei só com o sutiã e a calcinha. Seus beijos eram suaves. Certamente ele deixaria muitas mulheres enlouquecidas com seus contatos firmes e eficientes. Sua língua passava em meu pescoço e ia descendo até os meus seios beliscava e mordia e me lambia com atitude. Sempre me olhando e querendo mais. Sou experiente e deixo ele mostrar tudo que sabe deixo ele me satisfazer e as vezes até dou uma ajuda para mostrar o que mais me agrada direcionando sua mão no meio das minhas pernas. Nos beijamos e ele coloca a outra mão embaixo do travesseiro. Mesmo excitada imaginei que ali seria meu fim. Morreria tento um orgasmo. Mas não tinha nenhuma arma ali. Ele apenas puxou uma pequena caixa e colocou em cima dos meus seios... Eu sorri pois a sua outra mão ainda estava dentro de mim. E eu coloquei rapidamente a caixa para o lado e o abracei com força mostrando minha total resposta ao orgasmo que estava tendo.
Quando terminou ele me disse...
— Este foi o primeiro de muitos. A noite mal começou.
Peguei a caixa e o abracei respondendo com ansiedade...
— Sim Rudolf a noite ainda nem começou.



Beijei novamente seu pescoço e dei uma mordida que o surpreendeu. Ele tentava me largar, me afastar, me soltar... Mas eu era bem mais forte. A mordida era profunda e senti em pouco tempo o sangue entrar em minha boca. Comecei a suga-lo sem compaixão. Todo o sangue que vinha em minha boca era um prazer incrível. Um prazer único que guardo de cada vítima que tomo. Este... sem dúvida seria um banquete que jamais esqueceria mas antes...
— Rudolf... Querido olhe pra mim... Você sempre gostou de mandar nos outros. Gostou de ter Poder e ser Líder... Mas agora querido. Agora perdeu tudo... seu físico também ficou descuidado... Está gordo e ninguém olha mais para você. Os outros riem quando você dá uma ordem. As pessoas estão cuspindo em você. Seu dinheiro não vale mais nada. Seus amigos não gostam mais de você. Está sozinho... Isolado do mundo... Dentro deste quarto... Não existe mais nada que possa fazer... Mas eu posso te ajudar... você gostaria?
— Sim Morticia! Por Favor me ajude... farei qualquer coisa...
— A única maneira de ajudá-lo seria morrer em meus braços querido... ou pode ficar aqui sozinho para sempre.
— Não... não quero ficar sozinho aqui neste quarto... Me mate por favor... acabe logo com isso morticia...
Conforme seu pedido eu continuei a drenar o seu sangue até que ele finalmente se entrega a morte.
As roupas e a cama estavam cheias de sangue combinando perfeitamente com o ambiente que eram das cores branco e vermelho.
Peguei o meu vestido e a caixa que tinha o microchip e saí do quarto sorrindo. No caminho encontrei alguns seguranças que tive facilidade em liquidar. Fui até a cozinha e deixei o gás ligado. Depois peguei uma lata de spray e joguei dentro do micro-ondas e saí correndo para o encontro com o Dri e o Motorista Claudinei.  Dri me viu correndo e disse:
— Venha Morticia! Estamos aqui!
— Ligue o carro e vamos embora... Rápido!
Quando o carro saiu a mansão toda começou a explodir.

continua...

domingo, 4 de novembro de 2012

Uma Vampira na Cidade - Parte 4


Uma Vampira na Cidade - Parte 4

Escrito por :Giovanna  Carvalho




— Já sei! Ele quer que nós estejamos no evento de obras de arte da galeria German. Ouvi dizer que estão leiloando artefatos históricos como o cálice de Judas.
 Por que eu tenho um pressentimento ruim sobre tudo isso?
— Acho que é porque você dormiu com uma vampira-demônio.
Começo a rir e logo em seguida ele me beija.
— E o que mais eu ganhei de você Morticia?
— O meu amor, o que mais você quer?
— Para mim já é o suficiente.
Começamos a nos trocar. A roupa que Henrique deu para Dri é um belíssimo Smoking preto.
— Sempre gostei do preto em você querido.
— E eu sempre gostei de ver você em um vestido vermelho, esse seu decote está me deixando com as pernas bambas.
— Mas está muito longo, corta a barra para mim, querido.
Ele corta com delicadeza a barra do vestido até chegar a parte superior da minha cocha.
— Agora sim! Está perfeito.
— Poderia pegar os meus sapatos estão na varanda, querida.
Vou até a varanda e os pego e pergunto:
— O que seus sapatos estão fazendo na varanda, homens. Esse seu pedido poderia me matar, a sua sorte que já anoiteceu e...
Antes que eu termine olho para baixo e vejo que na rua, a Van sumiu e que homens vestidos de capa preta estão entrando no hotel.
— Vai demorar muito Morticia? porque se não eu...
Arremesso os sapatos em sua direção e acelero os passos.
— Temos companhia.
— Que?
— Tem pelo menos uns sete homens entrando no hotel.
— E cadê seu “guarda costas”?
— Não sei, mas temos que sair logo, vamos pela escada de incêndio.
Ele veste os sapatos e saímos rapidamente.
Ao chegar no corredor ouvimos passos.
— eles já estão aqui! Vamos pelo elevador!
Corremos para o elevador, mas antes dele fechar as portas, vemos dois deles indo em direção ao apartamento. Retiro de dentro da minha bolsa um batom.
— Isso é hora para maquiagem? E de onde surgiu essa bolsa?
— Não conhece as mulheres? Temos muitos truques. Se segura.
— me segurar a onde?
Um barulho estremece o elevador, fazendo com que ele chacoalhe.
— isso não é um batom.
— Descobriu o Brasil!! É o dispositivo de uma bomba.
— fala com tanta tranquilidade que parece que isso já é cotidiano.
Ele me olha buscando uma resposta mas não a obtêm.
— Nossa você é imprevisível.
— Prepare-se Dri estamos parando antes do térreo. Alguém vem vindo.
A porta se abre e um homem está em frente ao elevador.
— Encontrei vocês.
Dri responde:
— Acho que não.
Dri dá um soco no estomago do homem e o puxa para dentro do elevador.
— Vamos.
Antes de eu conseguir sair do elevador o homem segura a minha perna. Rapidamente peço ajuda.
— Dri!
Dri dá um chute no rosto do homem, ele desmaia. Pega em minha mão e pergunta:
— Você está bem querida?
— Sim! Vamos.
Entramos em uma porta que dá acesso a escada.
— Arrume seu Smoking, querido.
— Arrume seu cabelo, querida.
Ele sorri.
Andamos pelo corredor até chegar na porta. Vimos que ela dava nos fundos do hotel em frente a um beco. A Van de Claudinei está parada. ele olha com seriedade e diz:
— Vocês demoraram.
— Como assim “Vocês demoraram” onde estava você quando sentiu o meu medo?
— Medo? Eu não senti nada. Apenas vi um movimento estranho e pensei que se desse algo errado a senhorita sairia pela porta dos fundos.
Dri toma a frente e entra na van, estendendo sua mão para mim.
— Com um “ guarda costas” como esse, você nem precisa de inimigo.
— Vamos para o centro, na Galeria German.
O silencio toma conta do lugar. Então Claudinei olha para frente e começa a dirigir.
Ao chegar ao local, um grande movimento toma conta da rua. Olho para Claudinei e digo:
— Você fica dentro do carro, e de prefêrencia, com os olhos e ouvidos bem atentos.
Saio puxando Dri e fecho a porta da Van.
— Vou ligar para o Henrique e perguntar que espécie de segurança é esse que ele me arrumou.
Pego o celular.
— Henrique que tipo de segurança é esse...
— Calma querida eu te alertei sobre ele. Está no leilão?
— Estou na entrada.
— Seu colar está ai! Eles irão o leiloar está noite e adivinha fará de tudo para obter.
— Lobisomens.
— Sim!
— Mas eles já não o tinha em suas mãos?
— Sim, mas Lacrost lucra mais dando eles aos lobisomens já que o chip não está mais no colar.
— Como assim? O que vim fazer aqui então?
— O chip está com o líder de Lacrost.
— E quem é?
— Uma boa pergunta ninguém o conhece, porém tenho informações que, quem comprar o colar, vai receber ele diretamente das mãos do líder de Lacrost. Encontro vocês no salão principal.
Ele desliga o celular.
— é à noite esta apenas começando, e eu já estou amando o cheiro do perigo.
Beijo Dri e entramos no salão.
Continua...





 continua...

Uma Vampira na cidade - parte 3


 Uma Vampira na cidade - parte 3

escrito por: Julia Cristina


Já é de manhã e Dri continua a dormir. Saio sem que ele perceba e vou até o chuveiro. O lobisomem continuava no chão, completamente nu.

— Está admirando o que exatamente?

Levo um susto, era o Dri.

— Nada... Eu... Só vim tomar um banho apenas isso e ele estava no chão.

— Humm sei, mas vai tomar banho sozinho?

— Achei que estivesse dormindo?

— Sim, mas eu não estou.

— Ok! Podemos resolver isso depois. Temos que dar um jeito nesse lobisomem. Está impregnando o banheiro todo.

— Mas... Já é de manhã, não podemos sair.

— Nós não, mas eu tenho alguém que pode.

Saio do banheiro em direção a sala, pego meu celular, mas antes ligar, o Dri pergunta:

— Vai chamar quem?

— Alguém que você conhece muito bem.

Dri fica pensativo.

— Oi querido, saudades. Preciso de um favor seu e tem que ser agora!

Dri fica olhando para mim.

— Sabe onde estou.

Desligo o celular e ele me olha pensativo e argumenta:

— Ainda não sei quem é.

— Então vai descobrir logo. Vamos! tenho que me arrumar.

Entramos no banho. Dri nunca foi muito bom em se controlar, seus toques suas caricias estava nos levando a uma segunda rodada.

— Dri... assim não vou querer sair daqui.

— E quem disse que é para você sair.

Ele me aperta mais junto ao seu corpo.

— Dri vamos ter visita e você...

— Tudo bem.

Ele sai do chuveiro. Me olha e arremessa uma toalha com força.

— Quanta delicadeza.

— Quer mais querida?

— Não! não.

Começo a rir.

— Está rindo de quê?

— Nada! Só desse seu jeito de criança mimada quando não ganha o que quer.

Ele me olha com fúria e fala bem seco:

— Então se arrume vou pegar algo para beber.

E sai em direção a cozinha. Saio rapidamente do banheiro e vou até o quarto me arrumar. Neste momento, alguém bate na porta.

— Atenda para mim querido.

— Pode deixar.

Termino de fechar o zíper do meu vestido e ouço um barulho de vaso quebrando. Corro até a sala.

— O que vocês estão fazendo?

Eles olham assustados para mim. Os dois se largam e começam a se ajeitar.

— Olá Morticia! Há quanto tempo.

— Olá Henrique, vejo que está muito bem, já está se pegando com Dri.

— Bom... Foi ele quem começou...

Dri o interrompe e responde:

— Eu comecei? Até parece! Quem foi que disse que veio para ver...

— Vocês querem, pelo menos uma vez, deixarem de ser crianças e agirem como adultos. Dri eu o chamei para nos ajudar com os corpos, Henrique, eu não o chamei para provocar o Dri.

— Tudo bem! Me desculpe! Mas o que está havendo aqui, este lugar esta cheirando a lobisomem, quase não senti o seu cheiro.

— Eu e Dri estamos sendo perseguidos  por lobisomens há dois dias. Eles estavam atrás do meu colar.

— E o que esse colar tem de tanto valor assim?

— Um microchip que tem os dados de vampiros, demônios e outras criaturas que vivem nesta região.

— humm... Ouvi falar de uma vampira que estava devastando a cidade, mas não achei que era você.

Ele vai até o sofá e senta.

— Ok! Mas ainda não sei qual o meu papel nessa historia.

Dri balança a cabeça em forma negativa e vai até o outro sofá. Eu continuo falando com Henrique:

— Você vai limpar essa bagunça para mim, e me ajudar com esses lobisomens, esse chip não pode ficar no poder deles.

— Bom! Pelos corpos que aqui estão, creio eu que sejam do grupo Lacrost. Eles não brincam em serviço matam sem dó. E não costumam falhar. Sem mencionar nas armas que eles usam.

— Já conheço suas armas. Então vai me ajudar?

— O que ganho com isso?

Henrique pisca para mim e Dri se levanta do sofá e vai em direção ao Henrique. Corro e o seguro.

— Calminha querido!

— Você vai ganhar um soco nessa sua cara peluda.

Henrique começa a rir.

— Vamos parar com isso! Que mania. Olha Henrique, eu te dou as armas que eles têm ok?

— Não é muita coisa, mas vou te ajudar pelos velhos tempos. Vou limpar esta bagunça.

— Dri quero que venha comigo até o quarto.

Ele me olha sem nenhum humor.

— Querido por que tanto ódio?

— Até parece que você não sabe.

— Não se esqueça ele só esta aqui para nos ajudar. Apenas isso.

— Se ele continuar com essas indiretas vou ser obrigado a extravasar minha raiva.

— Vou conversar com ele, mas prometa que será tolerante. Não se esqueça que ele me conhece há muito tempo. Nosso laço de amizade é muito forte.

— Espero que fique só na...

Antes que ele terminar eu o beijo com força deixando-o completamente surpreso e sorrindo.

— Agora vamos ajudar a embrulhar os “presentes”.

Terminamos de embrulhar os corpos e Henrique saí com eles.

— Vamos limpar essa bagunça, antes que as camareiras tenham um ataque do coração.

Começamos a limpar o apartamento rapidamente.

— Morticia por que o chamou? Poderia ter chamado qualquer outra pessoa, mas tinha que ser logo ele?

— É que ele tem lobisomens infiltrados, em vários grupos além de ser a melhor fonte que tenho.

— Não estou com ciúmes, só queria saber o porquê de ele estar sempre nas suas batalhas.

— Um grande amigo lembra?

— Sim, vamos mudar de assunto pois nós já terminamos aqui.

Ele rapidamente me deita no sofá.

— Sabe Morticia... Você ficou linda nesse vestido querida.

— É! Eu acho que não vi você se trocar.

— Isso porque você estava no quarto, e eu na sala. Sou rápido.

— não parece ainda não tirou o meu vestido.

Ele sorri.

— ainda está de tarde, temos que nos ocupar com algo.

Pego em sua mão e a coloco em meu seio e digo:

— então se ocupe com isso.

Ele começa a me acariciar com toques selvagens. Quando de repente escuto a porta bater e o Dri diz espantado:

— Eu não acredito que ele já volto?

— Acho que sim Dri.

Arrumo meu vestido e abro a porta.

Uma caixa foi deixada no chão.

   Não é o Henrique! É uma caixa.
A trago para dentro da sala e a coloco sobre a mesa.
— Não tem cartão por fora e está bem fechada.
— Sim Dri, mas isso vem do Henrique.
— Como sabe?
— Sinto o cheiro dele.
Dri se senta no sofá e fica intrigado e curioso. Abro a caixa e dentro um carta.
“querida, estou em busca de informações a respeito do chip, vou te deixar segura com o meu amigo Claudinei, que está do lado de fora do prédio em uma van vermelha. Ele é um lobisomem evite provoca-lo. Ele não tem senso de humor. Aqui vai a roupa que você deve usar e Dri também, o endereço está no verso da carta, beijos em sua boca”
— “beijos em sua boca” ele não tem um pingo de respeito.
Sento no colo de Dri
— É e nem eu meu querido.
Ele sorri.
— Vamos temos que sair daqui antes que mais deles apareçam. O endereço que está no verso é no centro, vamos nos arrumar.
—  Tudo bem, e esse tal de Claudinei você o conhece?
— Não, mas se é amigo do Henrique é nosso amigo também.
— Seu amigo querida, para mim tudo que vem dele é inimigo.
— Seu bobo.
— É eu sou bobo?
Ele rapidamente me levanta dando um tapa em meu bumbum. O agarro rapidamente e o lanço no sofá.
— Não faça isso novamente.
Ele sorri.
Logo a porta de entrada cai atrás de nós. Rapidamente olhamos para a porta. Um homem de pele negra e olhos verdes, forte e selvagem. Seu sorriso era irônico, dava para ver a maldade nos seus olhos. O que faz dele um ótimo aliado, ele pode matar sem dó.
— Ele está te incomodando minha Lady.
— Não, mas...
Dri se manifesta.
— Quem é você?
— Sou o guardião de Lady Morticia. Meu nome é Claudinei. Henrique comentou sobre você Lord Dri, disse que eu deveria manter você longe de Lady Morticia.
Manifesto-me com raiva.
— Vou te explicar três coisinhas básicas. Primeiro: Henrique não manda em mim e sim eu é quem mando nele. Dois: Dri é meu parceiro e mais do que isso é o meu “amado” jamais o tocará e jamais ira ofendê-lo. E três, eu o chamo quando precisar, não quero que apareça do nada quebrando as coisas. Sente meu cheiro e sabe quando estou em perigo e neste momento eu não estou em perigo. Estamos entendidos?
—  Não sou quem pensa que sou minha Lady. Não recebo ordens de você, então não pense que...
Antes que ele termine, corro até ele e o seguro pelo pescoço, o empurro contra a parede.
— Não levante a voz para mim lobisomem, assim como Henrique, não tolero desonra.
Aperto mais seu pescoço.
— Entendeu?
— Sim.
— Acho que não ouvi.
— Sim... My Lady.
O solto fazendo com que ele caia no chão. Ele sai rapidamente.
— Nossa por um momento achei que ele fosse revidar.
— Não estou de bom humor agora Dri.
— Acho que o Henrique errou quando disse que ele não tinha senso de humor.
— Gracinha. Vamos se vista, temos que sair daqui. Vamos para o centro.
— E o que tem no centro.
— Ele só deu o endereço, talvez ele queira que nós o investigue.
Dri olha para a caixa.
— São trajes a rigor de uma festa de gala.

continua....